Parar o mysql:
killall mysqld
Iniciar sem as permissões:
/usr/local/bin/mysqld_safe --skip-grant-tables &
Acessar o mysql:
mysql -u root
mysql> update user set password = password('Digite sua senha aqui') where user='root';
segunda-feira, 14 de março de 2011
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Asterisk - Instalação e Configuração.
O Asterisk é um software que disponibiliza uma central PBX digital, ou seja, uma central telefônica totalmente digital sobre IP. Além de recursos como URA, suporte a Call Center, salas de conferência, chamadas em espera e caixas postais e locais ou por e-mail, um servidor com o Asterisk é uma central telefônica digital completa. Integrando a telefonia convencional com a telefonia IP o Asterisk é o PBX de menor custo no mercado. O Asterisk pronto e funcional também pode ser conectado a rede VoIP com provedoresque terminam sistemas de telefonia no mundo inteiro.
Instalação e Configuração do Asterisk PBX
- Baixe os pacotes asterisk, libpri e zaptel para o diretório /usr/src. Caso os pacotes esteja compactado (.tar.gz), descompacte-os com o comando
Comece pela Libpri:
# tar -zxvf libpri-1.2.2.tar.gz
# cd libpri-1.2.2
# make
# make install
Zaptel
# tar -zxvf zaptel-1.2.5.tar.gz
# cd zaptel-1.2.5
# make
# make install
Add-ons
# tar -zxvf asterisk-addons-1.2.2.tar.gz
# cd asterisk-addons-1.2.2
# make && make install
Sounds
# tar -zxvf asterisk-sounds-1.2.1.tar.gz
# cd asterisk-sounds-1.2.1
# make install
E finalmente, o ASTERISK.
# tar -zxvf asterisk-1.2.7.1.tar.gz
# cd asterisk-1.2.7.1
# make clean
# make
# make install
# make progdocs
# make samples
Configurações - extensions.conf
O arquivo extensions.conf é o responsável por criar as extensões ou ramais, nele criamos também caminhos genéricos como XXX para cada X um dígito, onde podemos usar a imaginação para solucionar as questões que precisamos.
[grupo1]
include => demo
exten => 100,1,Dial(SIP/numero1,25)
; SIP-É o tipo da conta / numero - O nome do usuário / 25-O tempo que vai chamar em segundos.
exten => 100,2,Hangup
exten => 200,1,Dial(SIP/ numero2,25)
exten => 200,2,Hangup
exten => 300,1,Dial(IAX2/ numero3,25)
exten => 300,2,Hangup
Configurações – sip.conf
O arquivo sip.conf armazena informações sobre contas de usuários de protocolo SIP as informações são simples como nome de usuário, bina, senha e qual grupo participam.
No exemplo abaixo estamos criando os usuários que receberam um número no extensions.conf.
[general] ; configurações básicas do protocolo
context=default ; Context padrão para recebimento de chamadas
bindport=5060 ; Porta UDP (A padrão é 5060)
bindaddr=0.0.0.0 ; Endereço IP para escutar (0.0.0.0 Escuta todos)
srvlookup=yes
[numero1]
type=friend ; tipo friend=faz e recebe chamadas, user=faz chamadas, peer=recebe chamadas.
callerid = \"numero1\" <100>
username=numero1 ;Nome do usuário para login
secret=123 ;Senha
host= dynamic ; se não tem ip fixo
nat=yes ; se está debaixo de nat
canreinvite=no ; no para não encaminhar chamadas
context=grupo1
[numero2]
type=friend
callerid = \"numero2\" <200>
username=numero2
secret=123
host= dynamic
nat=yes
canreinvite=no
context=grupo1
Configurações – iax.conf
O arquivo iax.conf armazena informações sobre contas de usuários de protocolo IAX2 as informações são simples como o arquivo de usuários SIP
No exemplo abaixo estamos criando os usuários que receberam um número no extensions.conf.
[general] ; configurações básicas do protocolo
bandwidth=low
jitterbuffer=no
forcejitterbuffer=no
tos=lowdelay
[numero3]
type=friend
context=grupo1
username=numero3
secret=123
qualify=yes ; verifica se o host está respondendo (está a menos de 20ms)
Para adicionar o serviço do Asterisk digite
# cd asterisk-1.2.7.1
# make config
# chkconfig –add asterisk
Para acessar o console, com o Asterisk rodando execute:
# asterisk -r
Utilize os comandos abaixo para recarregar as configurações novas:
asterisk*CLI> sip reload
asterisk*CLI> iax2 reload
asterisk*CLI> extensions reload
asterisk*CLI> quit
- Pronto. Agora é só configurar os arquivos de configuração do asterisk e montar o seu servidor VOIP. Para isso, acesse os sites:
www.asterisk.org
www.digium.com .
O Asterisk já está rodando com os ramais configurados, agora o próximo passo é configurar os SoftPhones.
- Baixe os pacotes asterisk, libpri e zaptel para o diretório /usr/src. Caso os pacotes esteja compactado (.tar.gz), descompacte-os com o comando
Comece pela Libpri:
# tar -zxvf libpri-1.2.2.tar.gz
# cd libpri-1.2.2
# make
# make install
Zaptel
# tar -zxvf zaptel-1.2.5.tar.gz
# cd zaptel-1.2.5
# make
# make install
Add-ons
# tar -zxvf asterisk-addons-1.2.2.tar.gz
# cd asterisk-addons-1.2.2
# make && make install
Sounds
# tar -zxvf asterisk-sounds-1.2.1.tar.gz
# cd asterisk-sounds-1.2.1
# make install
E finalmente, o ASTERISK.
# tar -zxvf asterisk-1.2.7.1.tar.gz
# cd asterisk-1.2.7.1
# make clean
# make
# make install
# make progdocs
# make samples
Configurações - extensions.conf
O arquivo extensions.conf é o responsável por criar as extensões ou ramais, nele criamos também caminhos genéricos como XXX para cada X um dígito, onde podemos usar a imaginação para solucionar as questões que precisamos.
[grupo1]
include => demo
exten => 100,1,Dial(SIP/numero1,25)
; SIP-É o tipo da conta / numero - O nome do usuário / 25-O tempo que vai chamar em segundos.
exten => 100,2,Hangup
exten => 200,1,Dial(SIP/ numero2,25)
exten => 200,2,Hangup
exten => 300,1,Dial(IAX2/ numero3,25)
exten => 300,2,Hangup
Configurações – sip.conf
O arquivo sip.conf armazena informações sobre contas de usuários de protocolo SIP as informações são simples como nome de usuário, bina, senha e qual grupo participam.
No exemplo abaixo estamos criando os usuários que receberam um número no extensions.conf.
[general] ; configurações básicas do protocolo
context=default ; Context padrão para recebimento de chamadas
bindport=5060 ; Porta UDP (A padrão é 5060)
bindaddr=0.0.0.0 ; Endereço IP para escutar (0.0.0.0 Escuta todos)
srvlookup=yes
[numero1]
type=friend ; tipo friend=faz e recebe chamadas, user=faz chamadas, peer=recebe chamadas.
callerid = \"numero1\" <100>
username=numero1 ;Nome do usuário para login
secret=123 ;Senha
host= dynamic ; se não tem ip fixo
nat=yes ; se está debaixo de nat
canreinvite=no ; no para não encaminhar chamadas
context=grupo1
[numero2]
type=friend
callerid = \"numero2\" <200>
username=numero2
secret=123
host= dynamic
nat=yes
canreinvite=no
context=grupo1
Configurações – iax.conf
O arquivo iax.conf armazena informações sobre contas de usuários de protocolo IAX2 as informações são simples como o arquivo de usuários SIP
No exemplo abaixo estamos criando os usuários que receberam um número no extensions.conf.
[general] ; configurações básicas do protocolo
bandwidth=low
jitterbuffer=no
forcejitterbuffer=no
tos=lowdelay
[numero3]
type=friend
context=grupo1
username=numero3
secret=123
qualify=yes ; verifica se o host está respondendo (está a menos de 20ms)
Para adicionar o serviço do Asterisk digite
# cd asterisk-1.2.7.1
# make config
# chkconfig –add asterisk
Para acessar o console, com o Asterisk rodando execute:
# asterisk -r
Utilize os comandos abaixo para recarregar as configurações novas:
asterisk*CLI> sip reload
asterisk*CLI> iax2 reload
asterisk*CLI> extensions reload
asterisk*CLI> quit
www.asterisk.org
www.digium.com .
O Asterisk já está rodando com os ramais configurados, agora o próximo passo é configurar os SoftPhones.
Marcadores:
Asterisk
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
OpenVPN - Redes Privadas Virtuais com Certificado.
- Baixar o openvpn: http://openvpn.net/download.html
Versão atual do artigo: openvpn-2.1.1.tar.gz
- Baixar o lzo: http://www.oberhumer.com/opensource/lzo/download
Versão atual do artigo: lzo-2.03.tar.gz
- Descompactar e Instalar:
tar zxvf openvpn-2.1.1.tar.gz
cd openvpn-2.1.1
./configure
make
make install
tar zxvf lzo-2.03.tar.gz
cd lzo-2.03
./configure
make
make install
- Configurando o openssl. Dentro dele procure por [ CA_defaults ]
vi /etc/ssl/openssl.conf
[ CA_default ]
dir = /etc/openvpn
certs = $dir/certs
crl_dir = $dir/crl
database = $dir/index.txt
new_certs_dir = $dir/newcerts
certificate = $dir/certs/ca.crt
serial = $dir/serial
crlnumber = $dir/crlnumber
crl = $dir/crl.pem
private_key = $dir/certs/ca.key
RANDFILE = $dir/private/.rand
Saia do arquivo e salve com o comando :wq.
Agora dentro do diretório /etc/openvpn, crie o diretório "certs" e ccd com o comando:
mkdir certs
mkdir ccd
mkdir newcerts
mkdir ccd
mkdir newcerts
E digite:
touch index.txt
echo 01 > serial
Criar o certificado e a chave. No diretório /etc/openvpn/certs, digite:
openssl req -nodes -new -x509 -keyout ca.key -out ca.crt -days 3650
(Complete com os dados do servidor/empresa)
openssl dhparam -out dh.pem 1024(Complete com os dados do servidor/empresa)
- Gerar o certificado do servidor:
openssl req -nodes -new -keyout servidor.key -out servidor.csr
(Complete com os dados do servidor/empresa)
- Assinar o certificado:
openssl ca -out servidor.crt -in servidor.csr
(Complete com os dados do servidor/empresa)
- Criar o arquivo de configuração da VPN.
vi /etc/openvpn/servidor.conf
# Geral
port 1194
proto udp
dev tun0
ca /etc/openvpn/certs/ca.crt
cert /etc/openvpn/certs/servidor.crt
key /etc/openvpn/certs/servidor.key
dh /etc/openvpn/certs/dh1024.pem
keepalive 10 30
comp-lzo
max-clients 100
user nobody
group nobody
#persist-key
#persist-tun
verb 3
mute 10
# DHCP
server 10.10.0.0 255.255.255.0
#push "dhcp-option DNS 10.10.0.1"
#push "route-gateway 10.10.0.5"
push "dhcp-option DNS 10.1.1.54"
#route-up "route add 10.0.0.0 mask 255.0.0.0 10.10.0.5"
#route 10.0.0.0 255.0.0.0 10.10.0.5
push "route 10.1.1.0 255.255.255.0"
#Rede/Empresa2
route 10.2.1.0 255.255.255.0
#Rede/Empresa3
route 10.3.2.0 255.255.255.0
#Rede/Empresa4
route 10.4.1.0 255.255.255.0
# Cliente
client-to-client
client-config-dir /etc/openvpn/ccd/
ccd-exclusive
ifconfig-pool-persist /etc/openvpn/ipp.txt
# Log
status /var/log/openvpn-status.log
log /var/log/openvpn.log
log-append /var/log/openvpn-append.log
- Executar a VPN
/usr/local/sbin/openvpn --config /etc/openvpn/servidor.conf --daemon
Configuração do Cliente, WINDOWS:
openvpn.ovpn
client
dev tun
proto udp
remote IP 1194
resolv-retry infinite
nobind
user nobody
group nobody
persist-key
persist-tun
ca ca.crt
cert certificado.crt
key certificado.key
comp-lzo
verb 3
mute 20
route 10.2.1.0 255.255.255.0
#Rede/Empresa3
route 10.3.2.0 255.255.255.0
#Rede/Empresa4
route 10.4.1.0 255.255.255.0
# Cliente
client-to-client
client-config-dir /etc/openvpn/ccd/
ccd-exclusive
ifconfig-pool-persist /etc/openvpn/ipp.txt
# Log
status /var/log/openvpn-status.log
log /var/log/openvpn.log
log-append /var/log/openvpn-append.log
- Executar a VPN
/usr/local/sbin/openvpn --config /etc/openvpn/servidor.conf --daemon
Configuração do Cliente, WINDOWS:
openvpn.ovpn
client
dev tun
proto udp
remote IP 1194
resolv-retry infinite
nobind
user nobody
group nobody
persist-key
persist-tun
ca ca.crt
cert certificado.crt
key certificado.key
comp-lzo
verb 3
mute 20
Marcadores:
VPN
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
MYSQL - Diferença entre MyISAM e InnoDB
InnoDB e MyISAM - Qual tipo de tabela utilizar?
InnoDB funciona mais rápido que MyISAM quando há modificações constantes nos dados, uma vez que este tipo de armazenagem usa a proteção por registros (row locking) e não a proteção por tabelas (table locking) como o faz o MyISAM. Contudo, em várias situações, InnoDB é mais lento que MyISAM, devido ao fato de que InnoDB funciona com transações. A armazenagem padrão do MySQL é MyISAM
Outro ponto interessante são as restrições de chaves estrangeiras (foreign key constraints) e transações. Estes recursos estão disponíveis apenas no InnoDB.
MyISAM é apropriado para tabelas cujos dados não mudam com frequencia. Um exemplo disso é uma tabela de cidades e estados. Como geralmente este tipo de tabela é usado apenas como consultas, não há a necessidade do uso de InnoDB.
MyIsam tem a vantagem de ser arquivos simples se comparado com o innodb, mesmo na opção para criar dentro do contexto, o arquivo fica instavel em volumes grandes, o mito sobre configurar o mysql em innodb está errado, VOCÊ SEMPRE DEVE CONFIGURAR O MYSQL, perfomace de cache é sempre importante.
Considerar também o uso de MYSQL 3, que é super mais leve, mas em contra-partida não tem suporte a subselect, nunca deixe de usar subselect, inner join, e counters. Repitir dados também não é um erro, exemplo melhor: BIGTABLE do google, quando você tem counters, vc tem counters mesmo, não queira varrer a tabela de pedidos toda hora para ver quantos produtos sairam e entraram, você pode fazer isso em uma rotina de backup, ou cada 10 min para ter certeza que está ok, mas não para todo pedido de produto corrente. (isso vale para qualquer modo)
O Banco de dados também tem um limite se você deseja fazer um site estilo americanas, ou mesmo o novo google, que dá quantos XX de item tipo foi encontrado, o melhor a se fazer é usar um sistema de indexação pronto para isso, exemplos clássicos são Lucene (Usado no Hibernate e na maioria dos EJB), Solr, HBase (esse ultimo é mais usado com Hadoop, no esquema MAP/REDUCE), como assim, não usar o banco? é claro que você vai ter um banco de dados, mas a cada X minutos descarrega para o indice corrente, eles são feitos para criar facet search
Fora ainda CouchDB e outros bancos não relacionais, tudo possivel, se usar junto de um outro banco master. Também não esqueçamos do MYSQL-PROXY, sendo possivel mapear query dinamicamente para o nó X, ex: tenho um indice de InnoDB especializado para Geo-Search, um outro para Full-Text, um outro para Cruzamentos de categorias com outra regra de négocio importante, ex: volume, podendo ainda ser o mesmo servidor só que em diferentes portas, assim você escala as pesquisas, sem necessariamente precisar de mais hardware.
Gosto de pensar que o mysql é uma ferramente poderosa, que chega ao seu limite, quando desejamos fazer mais que isso, ex: ter job`s, usar algum middleware direto ao banco, ou até mesmo ter algum suporte mais interessante para usar sobre fibra ótica e storage, pq, bem funciona, ele vai funcionar, só que vai ser sempre na base da pesquisa, já outros sistemas são feitos para isso, e quando precisamos disso, quando falamos em BILHÕES de registro, não é uma micro-empresa, mas uma média para cima que costuma precisar, e a maioria dos sites também não, na verdade dificilmente você vai precisar fazer metade dessas técnicas, e NEM DEVE, pois isso é útil quando se tem volume, antes disso, fique no básico, o legal é saber que existe.
Outro ponto interessante são as restrições de chaves estrangeiras (foreign key constraints) e transações. Estes recursos estão disponíveis apenas no InnoDB.
MyISAM é apropriado para tabelas cujos dados não mudam com frequencia. Um exemplo disso é uma tabela de cidades e estados. Como geralmente este tipo de tabela é usado apenas como consultas, não há a necessidade do uso de InnoDB.
Considerar também o uso de MYSQL 3, que é super mais leve, mas em contra-partida não tem suporte a subselect, nunca deixe de usar subselect, inner join, e counters. Repitir dados também não é um erro, exemplo melhor: BIGTABLE do google, quando você tem counters, vc tem counters mesmo, não queira varrer a tabela de pedidos toda hora para ver quantos produtos sairam e entraram, você pode fazer isso em uma rotina de backup, ou cada 10 min para ter certeza que está ok, mas não para todo pedido de produto corrente. (isso vale para qualquer modo)
Fora ainda CouchDB e outros bancos não relacionais, tudo possivel, se usar junto de um outro banco master. Também não esqueçamos do MYSQL-PROXY, sendo possivel mapear query dinamicamente para o nó X, ex: tenho um indice de InnoDB especializado para Geo-Search, um outro para Full-Text, um outro para Cruzamentos de categorias com outra regra de négocio importante, ex: volume, podendo ainda ser o mesmo servidor só que em diferentes portas, assim você escala as pesquisas, sem necessariamente precisar de mais hardware.
MyISAM
- Foi implementado a partir do código da tabela ISAM., introduzindo diversas melhorias como:
- Os arquivos de tabela são transportáveis entre diferentes sistemas operacionais;
- Campos BLOB e TEXT podem ser indexados;
- Os Arquivos índices e de dados podem ser armazenados em dispositivos diferentes (aumento de performance);
- Algoritmos de distribuição de dados e gerenciamento de índices melhorados;
- Os arquivos de tabela são transportáveis entre diferentes sistemas operacionais;
- Campos BLOB e TEXT podem ser indexados;
- Os Arquivos índices e de dados podem ser armazenados em dispositivos diferentes (aumento de performance);
- Algoritmos de distribuição de dados e gerenciamento de índices melhorados;
InnoDB
- Rodam sob um engine, desenvolvido pelo Innobase( www.innodb.com), que acrescenta ao MySQL o suporte a TRANSAÇÕES e a CONSTRAINTS de chave estrangeira.- Para obter o máximo de performance com tabelas InnoDB é necessário configurar o arquivo my.conf(ou my.ini no Windows) de acordo com as características de hardware do servidor onde o MySQL está rodando. Os Detalhes dessa configuração podem ser obtidos no manual do InnoDB.
Instalação do MYSQL utilizando MyISAM e InnoDB
1)- Baixar o fonte (Mysql 5.1.4 - Versão atual do artigo) em:http://dev.mysql.com/get/Downloads/MySQL-5.1/mysql-5.1.49.tar.gz/from/http://gd.tuwien.ac.at/db/mysql/
2)- Extraindo:
tar zxvf mysql-5.1.49.tar.gz
cd mysql-5.1.49
3)-Compilando e Instalando:
./configure --with-plugins=innobase,myisam
make
make install
4)- Permissão
GRANT ALL PRIVILEGES ON *.* TO root@'%' IDENTIFIED BY 'senha';
Marcadores:
Banco de Dados
terça-feira, 11 de maio de 2010
Como gerenciar permissões no Linux
Introdução
Permissões de acesso
# mkdir /documentos
# chmod 777 /documentos
# cd /documentos/
# mkdir Documentos
# ls -l
drwxr-xr-x 2 root root 4096 2010-05-04 14:32 Documentos
# touch bugiganga.txt
# ls -l
-rw-r--r-- 1 root root 0 2010-05-04 14:33 bugiganga.txt
drwxr-xr-x 2 root root 4096 2010-05-04 14:32 Documentos
# ls -l
-rw-r--r-- 1 root root 0 2010-05-04 14:33 bugiganga.txt
drwxr-xr-x 2 root root 4096 2010-05-04 14:32 Documentos
Dono:
É o usuário que criou o arquivo ou diretório. Somente ele ou o "root" podem modificar as permissões de acesso ao arquivo ou diretório criado por ele. Temos como identificação do dono do arquivos o user id (UID).
A identificação do usuário fica armazenado no arquivo /etc/passwd.
Grupo:
É o grupo dono do arquivo ou diretório. É através desse conjunto de permissões que vários usuários podem ter acesso a arquivos e/ou diretórios onde eles não são os criadores. Um usuário pode pertencer a vários grupos, com isso o administrador do sistema tem como planejar uma boa política de segurança. Temos como identificação de grupo o group id (GID).
Quando um usuário é criado e não especificamos que este usuário deve pertencer a um grupo já existente no sistema, é criado por padrão um grupo com o mesmo nome do usuário.
O armazenamento das informações referentes aos grupos do sistemas e os usuários que fazem parte desses grupos, estão armazenados no arquivo /etc/group.
Outros:
São aqueles usuários que não são os criadores e nem pertencem ao grupo dono do arquivo ou diretório.
Tabela de comparativa de permissões em arquivos e diretórios.
O comportamento na criação de arquivos texto e binários é diferente. Conforme demonstrado na tabela a seguir
Níveis de permissão:
Permissões de acesso
O GNU/Linux, como todo sistema operacional robusto e estável, tem na permissão de acesso a arquivos e diretórios a principal proteção do sistema de arquivos. Essas permissões impedem o acesso indevido de programas e usuários a lugares não autorizados.
Vamos mostrar como identificamos o tipo de arquivo, quem é o seu dono, a que grupo ele pertence, os tipos de permissão de arquivos/diretórios, permissões especiais, os comandos de manipulação de permissões e por fim falaremos dos comandos que usamos para mudar a propriedade e grupo de arquivos/diretórios.
Tipo de arquivo
São definidos 7 tipos de arquivos no Linux. Mesmo havendo a inclusão de algo novo no sistema de arquivos, ele ainda deve ser incluso de forma a se enquadrar em um desses tipos.
Antes de iniciarmos, vamos criar um diretório base para nossos testes/exemplos. Daremos o nome de "Documentos" a este diretório e dentro dele iremos criar um outro diretório de nome "Documentos", além de um arquivo chamado "bugiganga.txt".
# mkdir /documentos
# chmod 777 /documentos
# cd /documentos/
# mkdir Documentos
# ls -l
drwxr-xr-x 2 root root 4096 2010-05-04 14:32 Documentos
# touch bugiganga.txt
# ls -l
-rw-r--r-- 1 root root 0 2010-05-04 14:33 bugiganga.txt
drwxr-xr-x 2 root root 4096 2010-05-04 14:32 Documentos
Agora vamos identificar o tipo de arquivo estamos trabalhando. De acordo com saída do comando "ls -l" temos:
# ls -l
-rw-r--r-- 1 root root 0 2010-05-04 14:33 bugiganga.txt
drwxr-xr-x 2 root root 4096 2010-05-04 14:32 Documentos
Da esquerda para direita temos uma sequência de 10 bits (caracteres). Nesse primeiro momento iremos nos ater apenas ao bit mais significativo, que é o primeiro bit da esquerda para direita. Ele equivale ao "tipo" de arquivo que estamos trabalhando.
Na saída de nosso exemplo, iremos destacar apenas os 10 bits, de 1 de tipo e 9 de permissão, e daremos uma atenção especial ao bit de "tipo", com isso teremos condição de compreender melhor e saber como identificar cada um dos 7 tipos de arquivos Linux.
Na saída de nosso exemplo, iremos destacar apenas os 10 bits, de 1 de tipo e 9 de permissão, e daremos uma atenção especial ao bit de "tipo", com isso teremos condição de compreender melhor e saber como identificar cada um dos 7 tipos de arquivos Linux.
Segue abaixo tabela indicativa de tipos de arquivos:
Agora iremos comentar sobre cada um dos 7 "tipos" de arquivos Linux.
- Arquivo regular - São arquivos texto, arquivos de dados, executáveis, bibliotecas etc.
- Diretórios - São arquivos que possuem referências com nomes para outros arquivos.
- Arquivos de dispositivos de caracteres e de dispositivos de blocos - São os arquivos utilizados por programas, que permitem a comunicação com o hardware e periféricos do sistema.
- Sockets Local - Comunicação entre processos. Exemplo: sistema de impressão e o syslog.
- Pipes - Assim como os sockets, os pipes também permitem a comunicação entre dois processos executados no mesmo host.
- Links simbólicos - Também conhecidos como soft link é basicamente um arquivo que aponta para outro arquivo, podemos enxergar de forma mais clara se pensarmos nele como sendo um atalho.
Conjunto de permissões
Dono, grupo e outros
A definição de acesso aos arquivos e diretórios é feita seguindo 3 conjuntos de permissão que equivalem ao "dono" , ao "grupo dono" dos arquivos e diretórios e "outros".
Dono:
É o usuário que criou o arquivo ou diretório. Somente ele ou o "root" podem modificar as permissões de acesso ao arquivo ou diretório criado por ele. Temos como identificação do dono do arquivos o user id (UID).
A identificação do usuário fica armazenado no arquivo /etc/passwd.
Grupo:
É o grupo dono do arquivo ou diretório. É através desse conjunto de permissões que vários usuários podem ter acesso a arquivos e/ou diretórios onde eles não são os criadores. Um usuário pode pertencer a vários grupos, com isso o administrador do sistema tem como planejar uma boa política de segurança. Temos como identificação de grupo o group id (GID).
Quando um usuário é criado e não especificamos que este usuário deve pertencer a um grupo já existente no sistema, é criado por padrão um grupo com o mesmo nome do usuário.
O armazenamento das informações referentes aos grupos do sistemas e os usuários que fazem parte desses grupos, estão armazenados no arquivo /etc/group.
Outros:
São aqueles usuários que não são os criadores e nem pertencem ao grupo dono do arquivo ou diretório.
Tipos de permissão de acesso
Temos 3 tipos básicos de permissão que são aplicáveis para o usuário proprietário do arquivo/diretório (dono), os grupos proprietários do arquivo/diretório (grupo) e outros são as permissões de leitura, escrita e execução. São destinados 3 bits (caracteres) para cada um dos agentes (dono, grupo e outros) sendo um bit de leitura, um bit de escrita e um bit de execução. É importante deixar bem claro que a criação e a remoção de um arquivo/diretório depende da permissão de escrita estar setada no diretório "PAI", pois é nele que o mapeamento de nome para o espaço de dados é armazenado.
Podemos ainda usar a representação numérica octal (base 8), onde cada dígito equivale aos 3 bits de cada grupo de bits.
Podemos ainda usar a representação numérica octal (base 8), onde cada dígito equivale aos 3 bits de cada grupo de bits.
Abaixo mostraremos como funciona a representação octal:
O bit mais significativo representa as permissões de acesso do "dono" do arquivo ou diretório:
O bit mais significativo representa as permissões de acesso do "dono" do arquivo ou diretório:
O segundo bit mais significativo representa as permissões de acesso do "grupo" dono do arquivo ou diretório
Já o último ou o bit menos significativo representa as permissões de acesso dos "outros".
Permissões de acesso
Tipos de permissão de acesso
Temos 3 tipos básicos de permissão que são aplicáveis para o dono, o grupo e outros. São elas, permissão de leitura, escrita e execução. Cada uma dessas permissões é representada por 3 bits cada. Temos a representação de um bit para leitura, um bit para escrita e um bit para execução.Tabela de comparativa de permissões em arquivos e diretórios.
É importante deixar bem claro que a criação e a remoção de um arquivo/diretório depende exclusivamente da permissão de escrita que foi setada no diretório "PAI", pois o mapeamento de nome para o espaço de dados é armazenado nele.
Detalharemos cada um deles a seguir.
Setuid
Esse bit especial é representado pela letra "s" no conjunto de bits destinados ao proprietário do arquivo (- --s --- ---). Tem como função fazer o ajuste das permissões de usuário durante a execução de um programa para o proprietário do arquivo. Isso significa que no momento em que o programa é executado, ele será executado como se o proprietário do arquivo o estivesse executando e não a o usuário que o executou.
A posição em que a letra "s" é a mesma posição do bit básico de execução (x). Você deve estar se perguntando, como saberei se o bit de execução esta ativado? É bem simples, quando tivermos a letra "s" minúscula, significa que teremos ativado além do setuid o bit de execução, mas se "S" for maiúsculo significa que apenas teremos setuid ativado.
Devemos ter muito cuidado ao ligarmos o Setuid em arquivos (scripts) onde o proprietário é o root, porque isso pode trazer problemas sérios de segurança, já que durante da execução o script ele executado como se o "superuser" o fizesse.
Quando nos referimos a diretórios o setuid não tem nenhuma funcionalidade.
Em formato octal, é representado por: 4000
Setgid
Esse bit especial tem a mesma funcionalidade do setuid no que se refere a arquivos, sua representação também é um "s" (- --- --s ---), quando trabalha em conjunto com o bit de execução. Da mesma forma que o setuid, ele é representação por um "S" maiúsculo quando o bit de execução não esta ativado.
Ao ativarmos o setgid em diretórios, ele tem uma funcionalidade bem interessante. Todos os arquivos ou diretórios criados dentro dele, passam a ignorar o grupo padrão do usuário e pertencer ao mesmo grupo do diretório "pai".
Em formato octal, é representado por: 2000
Sticky bit
Sua funcionalidade para arquivos era salvar uma imagem do programa na swap, fazendo com que ele fosse carregado com mais velocidade. Hoje em dia ela tornou-se obsoleta e os sistemas atuais a ignoram.
Quando ativado em um diretório, faz com que só o proprietário do arquivo ou diretório consiga os remover ou editar.
Sua representação e feita através do caractere "t" ( - --- --- --t , bit de execução esta ativado) e "T" ( - --- --- --T , bit de execução não ativado).
Um bom exemplo da utilização desse bit é o /tmp, esse diretório é utilizado por programas/usuários para criar arquivos e diretórios temporários.
Em formato octal, é representado por: 1000
Tabela demonstrativa bits especiais:
Permissões de acesso especiais ou bits especiais
Além das permissões básicas ainda existem três permissões especiais que modificam o comportamento de arquivos e diretórios. São elas: setuid, setgid e sticky bit.Detalharemos cada um deles a seguir.
Setuid
Esse bit especial é representado pela letra "s" no conjunto de bits destinados ao proprietário do arquivo (- --s --- ---). Tem como função fazer o ajuste das permissões de usuário durante a execução de um programa para o proprietário do arquivo. Isso significa que no momento em que o programa é executado, ele será executado como se o proprietário do arquivo o estivesse executando e não a o usuário que o executou.
A posição em que a letra "s" é a mesma posição do bit básico de execução (x). Você deve estar se perguntando, como saberei se o bit de execução esta ativado? É bem simples, quando tivermos a letra "s" minúscula, significa que teremos ativado além do setuid o bit de execução, mas se "S" for maiúsculo significa que apenas teremos setuid ativado.
Devemos ter muito cuidado ao ligarmos o Setuid em arquivos (scripts) onde o proprietário é o root, porque isso pode trazer problemas sérios de segurança, já que durante da execução o script ele executado como se o "superuser" o fizesse.
Quando nos referimos a diretórios o setuid não tem nenhuma funcionalidade.
Em formato octal, é representado por: 4000
Setgid
Esse bit especial tem a mesma funcionalidade do setuid no que se refere a arquivos, sua representação também é um "s" (- --- --s ---), quando trabalha em conjunto com o bit de execução. Da mesma forma que o setuid, ele é representação por um "S" maiúsculo quando o bit de execução não esta ativado.
Ao ativarmos o setgid em diretórios, ele tem uma funcionalidade bem interessante. Todos os arquivos ou diretórios criados dentro dele, passam a ignorar o grupo padrão do usuário e pertencer ao mesmo grupo do diretório "pai".
Em formato octal, é representado por: 2000
Sticky bit
Sua funcionalidade para arquivos era salvar uma imagem do programa na swap, fazendo com que ele fosse carregado com mais velocidade. Hoje em dia ela tornou-se obsoleta e os sistemas atuais a ignoram.
Quando ativado em um diretório, faz com que só o proprietário do arquivo ou diretório consiga os remover ou editar.
Sua representação e feita através do caractere "t" ( - --- --- --t , bit de execução esta ativado) e "T" ( - --- --- --T , bit de execução não ativado).
Um bom exemplo da utilização desse bit é o /tmp, esse diretório é utilizado por programas/usuários para criar arquivos e diretórios temporários.
Em formato octal, é representado por: 1000
Tabela demonstrativa bits especiais:
Umask
São as permissões iniciais que um arquivo/diretório. Isto significa que a "umask" é responsável pelas permissões no momento da criação do arquivo ou diretório. Ao digitarmos "umask" sem acrescentarmos nenhum parâmetro, teremos como resultado do valor atual dela.O comportamento na criação de arquivos texto e binários é diferente. Conforme demonstrado na tabela a seguir
O valor padrão da umask é 022 na maioria das distribuições que estão atualmente no mercado. Ao se modificar a umask de um usuário temos que ter muito cuidado, pois podemos causar problemas de acesso de arquivos/diretórios.
Manipulando as permissões
Modificando permissões
Antes de falarmos dos comandos que nos possibilitam mudar as permissões de acesso de usuários, grupos e outros. Falaremos das duas formas de modificá-las através das notações octal e simbólica. Elas são usadas para modificar cada um dos níveis de permissões.Níveis de permissão:
Notação octal:
Modificamos diretamente os 3 níveis de permissão. Para modificarmos as permissões através dessa forma, devemos especificar explicitamente o conjunto de permissões. Isto significa que iremos modificar de uma vez só os três níveis de permissão (dono, grupo e outros).
Não temos como modificar apenas 1 nível de permissão, quando usamos esta notação. Se a intenção é apenas modificar um nível de permissão, é mais simples optarmos pela notação simbólica ou especificarmos os outros 2 níveis usando o octal que representa o mesmo conjunto de permissões atuais.
Sua representação é um conjunto de oito números, onde cada um deles significa um conjunto de permissões diferente.
Tabela notação octal:
Modificamos diretamente os 3 níveis de permissão. Para modificarmos as permissões através dessa forma, devemos especificar explicitamente o conjunto de permissões. Isto significa que iremos modificar de uma vez só os três níveis de permissão (dono, grupo e outros).
Não temos como modificar apenas 1 nível de permissão, quando usamos esta notação. Se a intenção é apenas modificar um nível de permissão, é mais simples optarmos pela notação simbólica ou especificarmos os outros 2 níveis usando o octal que representa o mesmo conjunto de permissões atuais.
Sua representação é um conjunto de oito números, onde cada um deles significa um conjunto de permissões diferente.
Tabela notação octal:
Tabela notação simbólica:
Em adição as opções simbólicas descritas acima, temos 3 formas de trabalho:
Para iniciarmos nossos exemplos vamos criar a seguinte árvore de diretórios, contendo alguns arquivos e diretórios:
Como já tínhamos o diretório "/documentos" e o arquivo "bugiganga.txt".
# cd /documentos
# touch organograma.odc
# cd Documentos/
# touch credores.xls
# touch contas_pagar.odc
Agora de dentro do diretório /documentos vamos dar o comando "ls -l".
# ls -l
Agora estamos preparados para estudarmos os comandos que nos permitem manipular as permissões. Os comandos "chmod", "chgrp" e "chown" serão descritos a seguir.
Sintaxe:
chmod [opções] [permissões] [arquivo/diretório]
Opções:
# cd /documentos
# touch organograma.odc
# cd Documentos/
# touch credores.xls
# touch contas_pagar.odc
Agora de dentro do diretório /documentos vamos dar o comando "ls -l".
# ls -l
-rw-r--r-- 1 root root 0 2010-05-04 14:33 bugiganga.txt drwxr-xr-x 2 root root 4096 2010-05-04 17:31 Documentos -rw-r--r-- 1 root root 0 2010-05-04 17:30 organograma.odcComo podemos ver, o dono dos arquivos é o superusuário "root" e o grupo dono deles é o grupo "root". As permissões são de escrita(w) e leitura(r) para o dono (root), leitura(r) para o grupo (root) e leitura(r) para os outros, isso para os arquivos. No caso do diretório temos o bit de execução (x) ligado, além de todos os outros bits estarem com as permissões iguais as dos arquivos.
Agora estamos preparados para estudarmos os comandos que nos permitem manipular as permissões. Os comandos "chmod", "chgrp" e "chown" serão descritos a seguir.
Comando chmod
Usado para modificar as permissões de acesso de um arquivo ou diretório. Quando criamos um arquivo, seu dono (proprietário) é o usuário que o criou, seu o grupo é o grupo padrão do seu proprietário. Como vimos anteriormente existe uma exceção a essa regra. Caso o diretório onde esse arquivo/diretório esteja sendo criado possua o bit especial "setgid" ativado. Nesse caso o grupo passa a ser o mesmo grupo do diretório "pai".Sintaxe:
chmod [opções] [permissões] [arquivo/diretório]
Opções:
Segue abaixo exemplos do comando chmod:
Ex.1: Vamos dar direito de escrita para o grupo dono do arquivo bugiganga.txt.
# ls -l
# ls -l
# chmod g-w bugiganga.txt
# ls -l
# chmod -R o+w Documentos
# ls -l
# chmod 600 organograma.odc
# ls -l
Você deve estar se perguntando, qual será a melhor forma de mudarmos as permissões de arquivos e diretório? Senhores, isso é uma questão de adaptação, se você conseguir trabalhar melhor com a notação simbólica, esta será a melhor forma, mas se você se identificar melhor com a notação octal, ela será melhor.
Sintaxe:
chgrp [opções] [grupo] [arquivo/diretório]
Opções:
Ex.1: Vamos dar direito de escrita para o grupo dono do arquivo bugiganga.txt.
# ls -l
-rw-r--r-- 1 root root 0 2010-05-04 14:33 bugiganga.txt drwxr-xr-x 2 root root 4096 2010-05-04 17:31 Documentos -rw-r--r-- 1 root root 0 2010-05-04 17:30 organograma.odc# chmod g+w bugiganga.txt
# ls -l
-rw-rw-r-- 1 root root 0 2010-05-04 14:33 bugiganga.txt drwxr-xr-x 2 root root 4096 2010-05-04 17:31 Documentos -rw-r--r-- 1 root root 0 2010-05-04 17:30 organograma.odcEx.2: Iremos agora remover direito de escrita para o grupo dono do arquivo bugiganga.txt.
# chmod g-w bugiganga.txt
# ls -l
-rw-r--r-- 1 root root 0 2010-05-04 14:33 bugiganga.txt drwxr-xr-x 2 root root 4096 2010-05-04 17:31 Documentos -rw-r--r-- 1 root root 0 2010-05-04 17:30 organograma.odcEx.3: Vamos incluir o direito de escrita para os "outros" no diretório "Documentos" de forma recursiva, isso significa que arquivos/diretórios abaixo do diretório Documentos irão receber direito de escrita para os "outros".
# chmod -R o+w Documentos
# ls -l
-rw-r--r-- 1 root root 0 2010-05-04 14:33 bugiganga.txt drwxr-xrwx 2 root root 4096 2010-05-04 17:31 Documentos -rw-r--r-- 1 root root 0 2010-05-04 17:30 organograma.odc# ls -l Documentos/
-rw-r--rw- 1 root root 0 2010-05-04 17:31 contas_pagar.odc -rw-r--rw- 1 root root 0 2010-05-04 17:31 credores.xlsEx.4: Usaremos um exemplo de notação octal. Faremos com que o arquivo organograma só tenha direto de leitura e escrita para o dono do arquivo, nesse caso o "root".
# chmod 600 organograma.odc
# ls -l
-rw-r--r-- 1 root root 0 2010-05-04 14:33 bugiganga.txt drwxr-xrwx 2 root root 4096 2010-05-04 17:31 Documentos -rw------- 1 root root 0 2010-05-04 17:30 organograma.odcComo acabamos de ver, podemos modificar as permissões de arquivos/diretórios de diversas formas.
Você deve estar se perguntando, qual será a melhor forma de mudarmos as permissões de arquivos e diretório? Senhores, isso é uma questão de adaptação, se você conseguir trabalhar melhor com a notação simbólica, esta será a melhor forma, mas se você se identificar melhor com a notação octal, ela será melhor.
Comando chgrp
Comando nativo do Unix é usado para modificar o grupo dono do arquivo/diretório. Hoje em dia não é muito mais utilizado, pois o comando chown além de mudar a propriedade do arquivo/diretório, também muda o grupo. Como iremos mostrar como um pouco mais adiante.Sintaxe:
chgrp [opções] [grupo] [arquivo/diretório]
Opções:
Daremos alguns exemplos do uso do comando "chgrp". Continuaremos a usar a estrutura de arquivos/diretórios que foram criados anteriormente. Apenas iremos acrescentar dois grupos um chamado administracao e outro chamado contabilidade.
# groupadd administracao
# groupadd contabilidade
Agora vamos para dentro do diretório "/documentos" e vamos listar o conteúdo.
# ls -l
# chgrp -v contabilidade bugiganga.txt
changed group of `bugiganga.txt' to contabilidade
Ex2.: Agora iremos trocar o grupo (contabilidade) do arquivo bugiganga.txt para o grupo (administracao).
# chgrp administracao bugiganga.txt
# ls -l
# chgrp administracao administracao/
# ls -l
Sintaxe:
chown [opções] [dono:grupo] [arquivo/diretório]
Opções:
# groupadd administracao
# groupadd contabilidade
Agora vamos para dentro do diretório "/documentos" e vamos listar o conteúdo.
# ls -l
-rw-r--r-- 1 root root 0 2010-05-04 14:33 bugiganga.txt drwxr-xrwx 2 root root 4096 2010-05-04 17:31 Documentos -rw------- 1 root root 0 2010-05-04 17:30 organograma.odcEx.1: Vamos trocar o grupo (root) dono do arquivo bugiganga.txt para contabilidade. Estamos utilizando a opção "-v" para mostrar o arquivo que esta sendo modificado.
# chgrp -v contabilidade bugiganga.txt
changed group of `bugiganga.txt' to contabilidade
Ex2.: Agora iremos trocar o grupo (contabilidade) do arquivo bugiganga.txt para o grupo (administracao).
# chgrp administracao bugiganga.txt
# ls -l
drwxr-xrwx 2 root root 4096 2010-05-03 13:13 administracao -rw-r--rw- 1 root administracao 0 2010-05-03 11:07 bugiganga.txt -rw------- 1 root root 0 2010-05-03 13:11 organograma.odcEx3.: E por fim modificaremos o grupo administração para ser dono do diretório administracao.
# chgrp administracao administracao/
# ls -l
drwxr-xrwx 2 root administracao 4096 2010-05-03 13:13 administracao -rw-r--rw- 1 root administracao 0 2010-05-03 11:07 bugiganga.txt -rw------- 1 root root 0 2010-05-03 13:11 organograma.odc
Comando chown
Usado para modificar a propriedade de um arquivo/diretório.O interessante é que como mencionado anteriormente, ele tem a opção de modificar também o grupo proprietário da arquivo/diretório, conforme mostraremos mais adiante.Sintaxe:
chown [opções] [dono:grupo] [arquivo/diretório]
Opções:
Usando ainda a mesma árvore de diretórios criada para exemplos iremos demonstrar alguns exemplos do comando "chown". Antes de mais nada criaremos dois usuários (castro e pamela).
# useradd castro
# useradd pamela
Inicialmente vamos listar o conteúdo, para podermos ver como esta atualmente o diretório.
# ls -l
# chown castro organograma.odc
# ls -l
# chown pamela:contabilidade organograma.odc
# ls -l
Nos exemplos desse artigo, usamos apenas algumas opções que os comandos proporcionam. É importante usarmos as páginas de manuais dos comandos (páginas man).
Fonte: VivaoLinux
# useradd castro
# useradd pamela
Inicialmente vamos listar o conteúdo, para podermos ver como esta atualmente o diretório.
# ls -l
drwxr-xrwx 2 root administracao 4096 2010-05-03 13:13 administracao -rw-r--rw- 1 root administracao 0 2010-05-03 11:07 bugiganga.txt -rw------- 1 root root 0 2010-05-03 13:11 organograma.odcEx1: Vamos passar a propriedade do arquivo organograma.odc para o usuário castro.
# chown castro organograma.odc
# ls -l
drwxr-xrwx 2 root administracao 4096 2010-05-03 13:13 administracao -rw-r--rw- 1 root administracao 0 2010-05-03 11:07 bugiganga.txt -rw------- 1 castro root 0 2010-05-03 13:11 organograma.odcEx2: Agora vamos além de mudar a propriedade do arquivo organograma.odc do usuário castro para o usuário pamela, passaremos o grupo contabilidade para o grupo dono do arquivo.
# chown pamela:contabilidade organograma.odc
# ls -l
drwxr-xrwx 2 root administracao 4096 2010-05-03 13:13 administracao -rw-r--rw- 1 root administracao 0 2010-05-03 11:07 bugiganga.txt -rw------- 1 pamela contabilidade 0 2010-05-03 13:11 organograma.odc
Conclusão
Espero que tenha conseguido passar como Gerenciar as permissões de arquivos/diretórios e como manipular suas propriedades. Temos que ter me mente que as fontes de informações do Linux devem sempre complementar os estudos de um bom administrador de sistemas.Nos exemplos desse artigo, usamos apenas algumas opções que os comandos proporcionam. É importante usarmos as páginas de manuais dos comandos (páginas man).
Fonte: VivaoLinux
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Permissões
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